Não é de hoje que FecomercioSP mobiliza empresas em torno do desenvolvimento sustentável

Não é de hoje que FecomercioSP mobiliza empresas em torno do desenvolvimento sustentável

E agora, diante do cenário atual, lança uma Agenda Verde com propostas viáveis para superar os desafios ambientais que estamos vivendo e consolidar o País como uma liderança mundial no debate climático.

E agora, diante do cenário atual, lança uma Agenda Verde com propostas viáveis para superar os desafios ambientais que estamos vivendo e consolidar o País como uma liderança mundial no debate climático.

E a Agenda Verde contempla justamente questões críticas e impactantes, como transição energética, a economia circular, as emissões de gases de efeito estufa, o desmatamento ilegal, o combate à poluição e os incêndios florestais.

E a Agenda Verde contempla justamente questões críticas e impactantes, como transição energética, a economia circular, as emissões de gases de efeito estufa, o desmatamento ilegal, o combate à poluição e os incêndios florestais.

1.

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Zerar o desmatamento ilegal em todos os biomas do Brasil até 2030.

Zerar o desmatamento ilegal em todos os biomas do Brasil até 2030.

2.

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Regular o mercado de carbono até 2030, instituindo um Sistema Brasileiro do Comércio de Emissões (SBCE) que contemple também incentivos para que o mercado voluntário possa contribuir para a redução das emissões.

Regular o mercado de carbono até 2030, instituindo um Sistema Brasileiro do Comércio de Emissões (SBCE) que contemple também incentivos para que o mercado voluntário possa contribuir para a redução das emissões.

3.

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Elaborar políticas de incentivo e programas focados em biogás, biodiesel e etanol em substituição a gás natural, diesel e gasolina, transicionando, gradualmente, de uma frota de veículos movidos a combustíveis fósseis por uma que utilize renováveis, híbridos e/ou eletricidade nos transportes rodoviário de cargas e de passageiros.

Elaborar políticas de incentivo e programas focados em biogás, biodiesel e etanol em substituição a gás natural, diesel e gasolina, transicionando, gradualmente, de uma frota de veículos movidos a combustíveis fósseis por uma que utilize renováveis, híbridos e/ou eletricidade nos transportes rodoviário de cargas e de passageiros.

4.

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Substituir  os  combustíveis  fósseis  por  biomassa  nas  usinas termoelétricas de reserva, as quais proporcionam estabilidade, flexibilidade e complementaridade à matriz energética nacional.

Substituir  os  combustíveis  fósseis  por  biomassa  nas  usinas termoelétricas de reserva, as quais proporcionam estabilidade, flexibilidade e complementaridade à matriz energética nacional.

5.

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Avançar, no escopo do Programa Nacional de Hidrogênio (PNH2), em direção à reindustrialização de setores estratégicos de reposicionamento global, como  o  de  fertilizantes, por  meio  de  estímulos  tributários  e  linhas  de financiamento do BNDES elaborados, pelo menos, até a COP30.

Avançar, no escopo do Programa Nacional de Hidrogênio (PNH2), em direção à reindustrialização de setores estratégicos de reposicionamento global, como  o  de  fertilizantes, por  meio  de  estímulos  tributários  e  linhas  de financiamento do BNDES elaborados, pelo menos, até a COP30.

6.

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Iniciar, imediatamente, uma campanha nacional em torno da necessidade da eficiência  energética, com  monitoramento  público  e  periódico  de  metas preestabelecidas.

Iniciar, imediatamente, uma campanha nacional em torno da necessidade da eficiência  energética, com  monitoramento  público  e  periódico  de  metas preestabelecidas.

7.

7.

Desviar 13,5%  da  fração  orgânica  dos  Resíduos  Sólidos Urbanos (RSUs) dos aterros sanitários (como previsto no Planares), com destinação à compostagem e à biodigestão, além de insumos para a indústria de rações, entre outros.

Desviar 13,5%  da fração  orgânica   dos  Resíduos  Sólidos Urbanos (RSUs) dos aterros sanitários (como previsto no Planares), com destinação à compostagem e à biodigestão, além de insumos para a indústria de rações, entre outros.

8.

8.

Aumentar  a  participação  da  população  nos  Sistemas  de  Logística Reversa (SLRs) em operação e na coleta seletiva até a COP30, aumentando a circularidade  dos  materiais constituintes  de  produtos  e  embalagens  pós-consumo, por meio da destinação ambientalmente adequada, da reciclagem e o do uso como insumos na fabricação de novos produtos, reduzindo a geração de resíduos e a poluição ambiental, incluindo os oceanos.

Aumentar  a  participação  da  população  nos  Sistemas  de  Logística Reversa (SLRs) em operação e na coleta seletiva até a COP30, aumentando a circularidade  dos  materiais constituintes  de  produtos  e  embalagens  pós-consumo, por meio da destinação ambientalmente adequada, da reciclagem e o do uso como insumos na fabricação de novos produtos, reduzindo a geração de resíduos e a poluição ambiental, incluindo os oceanos.

9.

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Instituir, até a COP30, incentivos econômicos e tributários para atividades envolvendo reciclagem, compostagem, upcycling e design de produtos, além de um programa para manufatura de produtos considerando o uso de insumos reciclados decorrentes do aproveitamento de produtos e embalagens pós-consumo.

Instituir, até a COP30, incentivos econômicos e tributários para atividades envolvendo reciclagem, compostagem, upcycling e design de produtos, além de um programa para manufatura de produtos considerando o uso de insumos reciclados decorrentes do aproveitamento de produtos e embalagens pós-consumo.

10.

10.

Aprimorar, até a COP 30, a Estratégia Nacional da Economia Circular (Enec), com a inclusão de metas, prazos e objetivos de curto, médio e longo prazos.

Aprimorar, até a COP 30, a Estratégia Nacional da Economia Circular (Enec), com a inclusão de metas, prazos e objetivos de curto, médio e longo prazos.

11.

11.

Proibir, imediatamente, a utilização de fogo como método agrário.

Proibir, imediatamente, a utilização de fogo como método agrário.

12.

12.

Instituir medidas para que um número significativo de cidades brasileiras adote o IPTU Verde até o próximo ciclo eleitoral municipal, em 2028.

Instituir medidas para que um número significativo de cidades brasileiras adote o IPTU Verde até o próximo ciclo eleitoral municipal, em 2028.

E também ficar por dentro de outras mobilizações da FecomercioSP em torno do desenvolvimento sustentável.


É só preencher o cadastro.

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* Veja como nós tratamos os seus dados pessoais em nosso Aviso Externo de Privacidade.

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